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MOGI DAS CRUZES

Patrulha Maria da Penha de Mogi já deteve 35 acusados de violência contra a mulher em 2023



A Prefeitura de Mogi das Cruzes informou que a Patrulha Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal (GCM), realizou 35 prisões de acusados de violência doméstica e de descumprimento de medidas protetivas entre janeiro e outubro de 2023.



No mesmo período, o grupamento atendeu 23 ocorrências de violência doméstica e 89 ocorrências por descumprimento de medida protetiva na cidade, além de 50 ocorrências diversas. Nos primeiros dez meses do ano, a patrulha realizou 3.543 rondas.



Ainda segundo a administração municipal, atualmente, 285 vítimas de violência doméstica estão sendo acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal de Mogi das Cruzes.



“A violência contra a mulher é um problema que, infelizmente, está presente em todo o Brasil e merece uma atenção especial dos órgãos de atendimento social e de segurança. A Patrulha Maria da Penha é parte importante nas ações da Prefeitura de Mogi das Cruzes no enfrentamento à violência contra a mulher, que busca oferecer mais segurança a estas vítimas para que elas possam seguir suas vidas”, afirmou o secretário municipal de Segurança, Toriel Sardinha.  



O trabalho da Patrulha Maria da Penha é realizado por meio de rondas nas regiões de residência e trabalho das mulheres acompanhadas, bem como com contatos telefônicos com elas. Também é feito o atendimento a denúncias recebidas durante o patrulhamento ou pelo telefone 153, que funciona 24 horas por dia.

A Guarda Municipal de Mogi das Cruzes atende a emergências pelo telefone 153, que funciona 24 horas por dia. Nos casos de violência contra a mulher, os atendimentos são direcionados para a Patrulha Maria da Penha conforme necessidades. 

O atendimento à mulher vítima de violência doméstica é realizado de forma intersetorial na estrutura da Prefeitura de Mogi das Cruzes. Dentro da Secretaria Municipal de Assistência Social, o município conta com  uma unidade de acolhimento provisório para mulheres, acompanhadas ou não de seus filhos, em situação de ameaça ou risco de morte em razão da violência doméstica ou familiar, causadora de lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano moral. 

São 20 vagas e o endereço é sigiloso, para a segurança das abrigadas e de seus filhos. O funcionamento é ininterrupto e conta com equipe multidisciplinar para atendimento e apoio (Psicóloga, Assistente Social e Educadoras Sociais).

Os contatos com o serviço são feitos em atendimento nas Delegacias de Defesa da Mulher ou em Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS). Além de proteger, atender e acolher, o abrigo também desenvolve algumas atividades e encaminhamentos que visam propiciar o início da reestruturação da vida e a superação da situação de violência. Os telefones de contato para o serviço são 4728-1878 ou 4725-9826.

As pessoas em situação de vulnerabilidade social e que precisam de auxílio podem procurar a Secretaria de Assistência Social, para inscrição no Cadastro Único e possível inserção em programas de transferência de renda. A Prefeitura também disponibiliza cursos profissionalizantes gratuitos, por meio de programas como Acessuas/ Conduz, também da Assistência Social e também por iniciativa do Fundo Social.  

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Por Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP