Auxílio emergencial: governo divulga previsão de valor da quarta e quinta parcela

BRASIL

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, voltou a falar, na última sexta-feira (5), sobre o pagamento da quarta e quinta parcela do auxílio emergencial, concedido a famílias de baixa renda e trabalhadores informais afetados economicamente pela pandemia do novo coronavírus. De acordo com o secretário, a equipe econômica estuda o pagamento de duas parcelas extras de R$ 300 cada (R$ 600 para mães solteiras).

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“[O valor] está sendo fechado e será anunciado. É número substancial e está sendo fechado”, destacou Rodrigues. Ele acrescentou que, como o desenho do auxílio emergencial já está pronto, ficará mais fácil fazer os pagamentos extras.

O pagamento da quarta e quinta parcela já havia sido confirmado na última semana pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo ele, o valor seria inferior aos R$ 600 pagos nas três primeiras parcelas, no entanto, ainda não estava definido.

O presidente disse, ainda, que o auxílio emergencial, concedido pelo governo por meio da Caixa Econômica Federal, já está chegando à sua etapa final. “Vai ser menor do que os R$ 600, para ir partindo exatamente para um fim, porque cada vez que nós pagamos esse auxílio emergencial, dá quase R$ 40 bilhões. É mais do que os 13 meses do Bolsa Família. O Estado não aguenta. O Estado não, o contribuinte brasileiro não aguenta. Então, vai deixar de existir”, disse ele em uma transmissão ao vivo realizada pelas redes sociais.

De acordo com Waldery Rodrigues, a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses deve elevar o custo do programa para um valor entre R$ 202 bilhões e R$ 203 bilhões.

No fim de maio, Rodrigues tinha anunciado que o pagamento de três parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) do auxílio emergencial custaria R$ 151,5 bilhões , o que implica o custo médio de R$ 50,5 bilhões por mês. O pagamento adicional de duas parcelas de metade do valor (R$ 300 para beneficiários em geral e R$ 600 para mães solteiras) elevaria o custo em torno de R$ 51 bilhões, totalizando impacto de R$ 202 bilhões a R$ 203 bilhões.

*com informações e foto da Agência Brasil

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