MOGI DAS CRUZES

Associação Comercial de Mogi defende reabertura das lojas a partir do dia 1°

A ACMC (Associação Comercial de Mogi das Cruzes) colocou no ar uma pesquisa para saber a opinião de empresários e consumidores da cidade sobre as restrições impostas pela quarentena mantida por decreto pelo Governo de São Paulo com o objetivo de frear o avanço do novo coronavírus. O objetivo da entidade é usar o resultado da pesquisa para respaldar um documento que será entregue às autoridades com a solicitação para liberação do funcionamento das lojas a partir de 1º de maio.

“Nossa entidade foi a favor do isolamento social no início e o comércio de Mogi prontamente atendeu as solicitações dos governos municipal e estadual por entender o momento e a importância da medida para proteger a saúde das pessoas”, afirmou o presidente da ACMC, Marco Zatsuga, acrescentando em seguida: “Agora acreditamos que é possível a reabertura parcial do comércio, com todas as medidas de segurança necessária para evitar a disseminação do coronavírus. A pesquisa é fundamental para respaldar esse posicionamento da nossa entidade”, concluiu.

Dos empresários a ACMC quer saber a opinião sobre a reabertura das lojas e, principalmente, se há potencial para vendas nos períodos. Do consumidor, por sua vez, a entidade quer saber se os mogianos são a favor ou contra o funcionamento das lojas antes do dia 10 de maio, data estipulada pelo Governo do Estado para a quarentena. As pessoas podem participar da pesquisa até segunda-feira (27), pelo site ou redes sociais da ACMC.

Segundo a entidade, os resultados parciais apontam que a maioria de comerciantes e consumidores é a favor da reabertura imediata do comércio.

Dia das Mães

A ACMC integra a rede da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) que já apresentou oficialmente ao Governo do Estado o pedido para reabertura do comércio a partir de 1º de maio, ou seja, antes do Dia das Mães, que é a segunda principal data para o varejo, atrás apenas do Natal.

Estimativa da Facesp aponta que o movimento das vendas do Dia das Mães pode cair mais de 90% caso o comércio se mantenha fechado até 10 de maio. “Mesmo todos os esforços de vendas eletrônicas serão insuficientes para minimizar os prejuízos”, alerta o presidente Zatsuga.

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Essa notícia foi atualizada em 28 de maio de 2020 20:34

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Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP. Possui mais de 10 anos de experiência em jornalismo online