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MOGI DAS CRUZES

Vereadores debatem critérios de atendimento e falta de atividades pedagógicas na Escola Clínica TEA, em Mogi

Na manhã de quarta-feira (24), a Comissão Permanente de Educação da Câmara de Mogi das Cruzes realizou uma reunião para discutir a atuação da Escola Clínica TEA, voltada para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista. A unidade fica localizada no Rodeio e foi inaugurada em 2024, durante a gestão do ex-prefeito Caio Cunha (PODE).


O encontro foi conduzido pela presidente da comissão, vereadora Malu Fernandes (PL), e contou com a presença dos vereadores Jhonny da Inclusão (Avante), Inês Paz (PSOL), Priscila Yamagami Kähler (PP), Marcos Furlan (Pode), Prof. Edu Ota (Pode) e Rodrigo Romão (PCdoB), além de representantes da Secretaria Municipal de Educação e da sociedade civil.

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Segundo Malu Fernandes, o objetivo da reunião foi compreender melhor a atual situação da unidade. “Sabemos que o espaço foi inaugurado, mas, por ora, oferece somente atendimento clínico, e não educacional”, disse ela.

A diretora do Departamento de Educação Especial e Inclusiva (DEEI) de Mogi das Cruzes, Claudia Regueiro, apresentou dados e detalhou o funcionamento do serviço. Segundo ela, a lei de criação da escola ainda está em tramitação e, por isso, não há um plano de trabalho definido nem fluxos oficiais de atendimento. Apesar da declaração, há um Plano de Trabalho divulgado no site da Secretaria Municipal de Educação. Ainda de acordo com a diretora, atualmente, o atendimento clínico está em funcionamento, com terapias de acordo com os recursos disponíveis.

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Entre os pontos debatidos, os vereadores questionaram os critérios de prioridade de atendimento na Escola Clínica. Houve consenso sobre a necessidade de estabelecer um recorte socioeconômico para definir prioridades, a fim de garantir atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. Também foi discutida a faixa etária contemplada, que, segundo os vereadores, poderá ser ampliada, dependendo de recursos e definições futuras.

Ao final do encontro, Malu Fernandes ressaltou a importância de ampliar o debate por meio de uma audiência pública. “Estamos em um cenário de construção, então é fundamental reforçar que nada está consolidado. Ainda vamos receber o projeto de lei e considero essencial que a Comissão de Educação realize uma audiência pública, pois tudo passa pela informação”, afirmou.

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Divulgação/CMMC

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Leandro Cesaroni

Por Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP