A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informou que este ano letivo também contará com a preparação de um cardápio específico para aqueles que têm restrição alimentar, afim de preservar a saúde e o bem-estar dos estudantes.
Com isso, o preparo das refeições levará em consideração as alergias alimentares (leite, ovo, corantes e conservantes, trigo, carne suína, peixe e etc.), intolerância a lactose e ao glúten, diabetes, refluxo gastroesofágico, obesidade, paralisia cerebral, disfagia (dificuldade de engolir), atraso no desenvolvimento psicomotor, dislipidemia (alteração dos níveis de gordura no sangue), autismo e seletividade alimentar, além de vegetarianismo e restrição religiosa a carne suína.
De acordo com a administração municipal, para que o objetivo possa ser alcançado, os cardápios promoverão exclusão ou inclusão de alimentos ou adaptações na consistência e textura dos alimentos. Assim, se a criança apresentar alguma alergia, como por exemplo ao leite, será incluída bebida de soja para maiores de um ano de idade e biscoito sem leite; ou fórmula infantil à base de soja se o aluno é menor de um ano, excluindo preparações com leite.
Caso a criança seja intolerante à lactose, o leite será substituído por leite sem lactose e biscoito sem leite. Já quando o estudante for alérgico a ovo, será preparado outro tipo de proteína, como frango, peixe, carne bovina ou suína, sendo enviado o macarrão sem ovos.
Segundo dados da Secretaria, este tipo de cardápio especial é destinado atualmente a cerca de 430 alunos de creches e 350 alunos de pré-escola e ensino fundamental, além de cem estudantes das escolas estaduais.
Vale destacar que os pratos são preparados pelas cozinheiras da pasta com base nos cardápios definidos pelas nutricionistas, levando em consideração os requisitos e os nutrientes para cada faixa etária e segmento, como creche, pré-escola e ensino fundamental. Além disso, também são seguidos os parâmetros oficiais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Ministério da Educação.
“Adotamos os procedimentos que devem ser cumpridos para que possamos oferecer as refeições adequadas para os nossos estudantes, pois sabemos o quanto isso faz a diferença na vida deles”, disse a secretária Renata Priscila Magalhães.
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