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Mulher é presa por suspeita de ter incentivado ataque a escola em Suzano na última semana

A Polícia Civil de São Paulo prendeu uma mulher de 22 anos suspeita de disseminar conteúdo de ódio e incentivar práticas de violência pela internet, com possível ligação ao caso ocorrido em Suzano na última semana, quando um ex-aluno de 18 anos invadiu uma escola municipal armado com uma faca e feriu uma professora.

A prisão temporária foi realizada no domingo (12), no estado do Maranhão, com apoio das autoridades locais. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), a investigação começou após o Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) identificar interações entre a suspeita e o jovem antes do episódio de violência registrado em Suzano.

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De acordo com as análises, a mulher teria incentivado comportamentos violentos e demonstrado interesse em práticas semelhantes por meio de redes sociais e plataformas digitais.

O trabalho contou ainda com apoio da Homeland Security Investigations, que identificou movimentações suspeitas no ambiente virtual e compartilhou as informações com as autoridades brasileiras.

Com base nos indícios reunidos, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais de Mogi das Cruzes solicitou à Justiça a prisão temporária da investigada, além de mandados de busca e apreensão. As medidas foram autorizadas pela Vara das Garantias do município.

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O mandado de prisão tem prazo de 30 dias. Como foi detida no Maranhão, a mulher deve permanecer inicialmente em uma unidade prisional daquele estado, à disposição da Justiça.

O jovem de 18 anos, apontado como autor da invasão à escola, segue preso. Ele foi detido em flagrante pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM-SP), e teve a prisão convertida em preventiva.

A Justiça também autorizou a apreensão de dispositivos eletrônicos da suspeita, além do acesso a mensagens e arquivos digitais, que serão analisados para aprofundar as investigações.

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O caso segue em apuração para esclarecer todas as circunstâncias e identificar possíveis outros envolvidos.

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Leandro Cesaroni

Por Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP