Categorias
BRASIL

Saiba como atualizar seu cadastro no Meu CadÚnico e não perder benefícios

Manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado é essencial para garantir o acesso a diversos programas sociais do Governo Federal, como Bolsa Família, Tarifa Social de Energia Elétrica, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros. A atualização dos dados é obrigatória sempre que houver mudança na renda, endereço, composição familiar ou escola das crianças, por exemplo.


O CadÚnico reúne informações sobre famílias de baixa renda em todo o país e serve como base para a concessão de benefícios sociais. Mesmo quem não recebe nenhum auxílio no momento deve manter os dados corretos, pois isso facilita a inclusão automática em programas quando novos benefícios são criados.

O Governo Federal recomenda que o cadastro seja atualizado a cada dois anos, mesmo que nenhuma informação tenha mudado. Caso contrário, o registro pode ser considerado desatualizado e resultar na suspensão temporária ou cancelamento dos benefícios.

A atualização do Cadastro Único pode ser feita de duas formas: online, pelo aplicativo ou site Meu CadÚnico, ou presencialmente, em um posto do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo. Na versão digital, é possível corrigir informações básicas e verificar se o cadastro está ativo. Já para alterações mais complexas — como mudança de endereço ou composição familiar — é preciso comparecer ao CRAS com os documentos atualizados de todos os membros da família.

Passo a passo da atualização no Meu CadÚnico

  1. Acesse o aplicativo “Meu CadÚnico” (disponível para Android e iOS).
  2. Faça login com sua conta Gov.br.
  3. Na tela inicial, selecione a opção “Atualizar Cadastro”.
  4. Revise todas as informações pessoais e familiares.
  5. Corrija o que for necessário e confirme as alterações.
  6. Se o app indicar que é necessário atendimento presencial, procure o CRAS mais próximo com os documentos da família.

Confira notícias sobre Benefícios Sociais

Compartilhe essa notícia:
Leandro Cesaroni

Por Leandro Cesaroni

Jornalista graduado pela FIAM e pós-graduado em jornalismo cultural pela FAAP